Ato pede melhorias à maternidade do Cisam

 

Atendendo mais do que a capacidade, a maternidade do Cisam, em especial a UTI Neonatal, vem enfrentando vários problemas como superlotação de pacientes; as deficientes adaptações elétricas (de alto risco) e hidráulicas, além da falta de espaço adequado entre os leitos e quadro deficitário de profissionais de enfermagem. Diante disso, os servidores e o Sindupe promoveram um ato na manhã desta quarta-feira, 21/02, com uma paralisação de 24 horas. O objetivo foi solicitar intervenções dos conselhos de classe e entidades responsáveis para solucionar todas as irregularidades. A imprensa local compareceu maciçamente e registrou os problemas e as reivindicações dos servidores.

De acordo com o presidente do Sindicato, Érico Alves, o ato significou um alerta ao governo do estado. “Os pacientes não merecem este tipo de atendimento e, ainda mais, por serem bebês indefesos que não têm como se manifestar e pedir socorro”.

A gerente da UTI Neonatal, Kátia Mendes, lembrou que “uma fatalidade pode acontecer a qualquer momento, mas que poderia ter sido evitada se os órgãos competentes intervirem para a melhoria da maternidade. A situação está precária. Os profissionais que trabalham no local têm feito o impossível para atender esses pacientes. Uma intervenção deve ser feita urgente”.

 

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